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sábado, 30 de março de 2013

MENSAGEM CELTA


                          "O que não enfrentamos em nós mesmos encontraremos como destino"

ENQUANTO EMPRESAS PARAENSES DORMEM EM BERÇO ESPLÊNDIDO, EMPRESA ALEMÃ INVESTE EM PONTE PARA CICLISTAS E PEDESTRES







Este Blogueiro,  na qualidade de administrador de empresas, já criticou as empresas paraenses pela sua falta de iniciativa e particularmente o forte setor supermercadista, que embora fature bilhões, pouco fazem pelo Estado e especialmente por Belém na área de responsabilidade social e cidadania, (além da alardeada geração de emprego e de impostos, que é um benefício inerente a todo negócio),  inclusive um dos supermercados deste setor recentemente anunciou timidamente que faria um projeto - vejam, ainda vão fazer - para estimular os agricultores de Belém e arredores para o fornecimento à eles de hortifrutigranjeiros, algo que deveriam ter feito há muito tempo, ao invés de importarem tudo de fora, até ovos de galinha ....

veja artigo neste link >>> http://tribodoscaboclos.blogspot.com.br/2013/02/saiu-ontem-na-edicao-dominical-de-um.html

Pois bem, a empresa alemã Bayer, mostrou aos empresários paraenses como se faz um investimento de verdade na área de responsabilidade social e cidadania, neste caso, voltada para a requalificação urbana e social na região sul de São Paulo.

O laboratório de medicamentos alemão, se mostrando sensível a questão ambiental e ao dano que causa à ele o caótico trânsito de São Paulo, e no intuito também de ser um indutor do uso de bicicletas e da caminhada, investiu 5 milhões de reais (de recursos próprios) em uma belíssima ponte móvel projetada pelo arquiteto Ricardo Loeb, em forma de vitória régia, que será erguida na confluência do canal guarapiranga com o rio pinheiros, ligando o bairro do socorro à estação de trens Santo Amaro. Encurtará caminho e diminuirá a circulação de veículos e como consequência é de que se evite a emissão de até 1,5 tonelada de dióxido e carbono no poluído ar de São Paulo.

Em um ano, são 300 toneladas de gás carbônico a menos no ar.

A obra, que tem também a parceria do Governo de São Paulo, se iniciou na terça-feira última, em 26 de março,e tem prazo para conclusão até agosto, e beneficiará 15 mil moradores e trabalhadores daquela região de São Paulo, que terão uma alternativa mais saudável e menos poluída.

"É uma ação que reafirma a posição e a preocupação da Bayer não só com seus colaboradores e com a comunidade que circunda suas plantas de produção, mas também com o meio ambiente", afirma o presidente da empresa no Brasil, Theo Van der loo.

Quem sabe a iniciativa inspire empresas paraenses que faturam alto, a fazerem algo de relevante para a capital paraense.


Veja as imagens de como ficará a belíssima ponte:

                                  O arquiteto Ricardo Loeb inspirou-se nas formas de uma vitória-régia




                                     O centro móvel permite a passagem de embarcações




                                   









sexta-feira, 29 de março de 2013

Setor Elétrico Brasileiro Desgovernado


 por José Aníbal*


Embora os cardeais do setor elétrico prefiram a expressão “adequar a companhia à nova realidade do mercado”, a intenção do governo de vender pedaços da Eletrobrás -- divulgada pela Reuters -- é senão o resultado da expropriação de ativos sofrida pelas empresas com a MP 579.
Sem se desfazer de parte do patrimônio, a estatal não conseguirá funcionar sob as novas regras. Do sonho petista de criar uma “super elétrica” brasileira ao esfacelamento da “Petrobras” do setor, bastou um estalar de dedos.
Primeiro foi a canetada mágica que decretou o corte dos custos da energia sem alterar a cobrança de impostos. Depois, como o governo planejou novas usinas mas se esqueceu das linhas de transmissão, o prejuízo de R$ 5 bilhões (até aqui) com a energia térmica emergencial iria sobrar para o consumidor -- arruinando a redução da conta de luz prometida na TV.
A solução foi mudar a regra retroativamente e socializar as perdas. Para esconder o vexame, espetaram a conta nas empresas, no mercado livre e até no Luz para Todos. Agora os cardeais se voltam para a desconstrução do “modelo” que nem sequer acabaram de criar.
No caso da conta pelo uso das térmicas, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), órgão interministerial responsável pela proposição de diretrizes estratégicas, foi usado para alterar a regulação em caráter retroativo.
Agora a Aneel intervém num mercado cujas normas foram definidas pelo próprio governo em dezembro passado. Se forem adiante, os cardeais terão o poder de desfazer transações já realizadas, institucionalizando a expropriação do caixa das empresas. É como tentar atrair o investidor gritando “xô”!


A transferência dos prazos de sazonalidade para fevereiro de 2013, ao invés de dezembro de 2012, se deveu única e exclusivamente ao desejo dos agentes do governo de corrigir decisões anteriores. Agora pretendem cancelar a norma definida por eles mesmos há três meses, e então pegar de volta o que garantiram anteriormente.
Nenhuma desculpa, por esfarrapada que seja, foi elaborada a tempo para justificar a intervenção econômica nas empresas. Mas para um bom entendedor não há dúvida: trata-se da tentativa improvisada de remediar o desarranjo institucional em cascata desde a imposição do novo “modelo”.


José Aníbal é economista, deputado federal licenciado (PSDB-SP) e secretário de Energia de São Paulo.

quarta-feira, 27 de março de 2013

PESQUISA APONTA BRASIL COMO O Nº 1 ENTRE PAÍSES QUE MAIS COBRAM IMPOSTOS DE TRABALHADORES




O Governo Federal do PT está há dez anos no poder, (e tem ao menos mais 2 anos para mudar essa realidade), e embora tenha o discurso focado no 'social' e nos 'trabalhadores', ao longo desse tempo não se dignou tirar o peso dos seus impostos que prejudicam enormemente àqueles nos quais diz defender e que tem até no nome do partido.

Segundo uma uma rede internacional de contabilidade e consultoria chamada UHY (http://www.uhy.com/employers-now-pay-average-employment-costs-worth-nearly-25-of-employees-salaries/), foi divulgado um ranking  em que o Brasil aparece na nada honrosa 1ª colocação entre os 25 países em que ela atua, é o que mais cobra impostos de trabalhadores assalariados.

Segundo a pesquisa, e média mundial de custos extras é de 25% dos salários anuais cobrados em impostos. No Brasil esse percentual passa para 57,56%. Foram divididas em três faixas salariais, e na faixa mais alta, por exemplo, constatou-se que o Brasil tem uma carga 40 vezes mais alta que a mais baixa, - a da Dinamarca.

Por aí se vê, que o discurso focado nos trabalhadores do atual governo Federal em muitos aspectos não passa de retórica e demagogia.....

Veja o Ranking e tire suas próprias conclusões.....

Ei-lo http://exame.abril.com.br/economia/noticias/brasil-lidera-ranking-de-impostos-sobre-trabalhadores.