segunda-feira, 20 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
MINÉRIO COM MAIS JUSTIÇA
Essa é uma belíssima campanha que o governo de Minas Gerais está fazendo, liderado pelo senador Aécio Neves e Governo de Minas Gerais, na pessoa de seu sucessor, Antonio Anastasia, e mais a AMN, ABI-MG, OAB-MG, que lançaram em Belo Horizonte, no dia 19 de junho de 2012, a campanha e que se chama "Minério com mais Justiça", que defende mudança no cálculo usado para pagamento dos royalties da mineração e reivindica igualdade no tratamento dado pelo governo federal aos royalties do petróleo.
O Pará, que é tão prejudicado quanto Minas Gerais nessa questão, inclusive pelo não recolhimento do ICMS de que as mineradoras são isentas, devido a Lei Kandir, e que impediu o Pará de receber cerca de 21,5 bilhões de reais desde que a tal lei entrou em vigor, em 1997 (cálculos feitos até 2010, segundo o TCE). Não sendo compensado por isso de forma justa pelo Governo Federal, isso impede o Pará de realizar investimentos em todas suas regiões, pelo grave rombo que a tal lei causou nos cofres do estado.Desta forma politicamente está junto nessa campanha, de mãos dadas com o Governo Mineiro, porém, não se fez campanha para conscientizar a população, para o assunto sair dos estritos círculos do congresso para ganhar as ruas, como está fazendo o governo Mineiro, e eu pergunto, não é a hora mais propícia para tanto?
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Para governador do Pará, Simão Jatene, União erra na execução das usinas na Amazônia
“Sobre ser a favor ou contra hidrelétrica, eu te diria que, da forma como historicamente se tem construído essas usinas no país, ninguém de bom senso pode ser a favor”, disse ao Valor o governador Simão Jatene.
| 13 de agosto de 2012 | Postado por Luciane em Newsletter, Notícias |
A forma como a União tem conduzido a construção e a elaboração de projetos de usinas hidrelétricas no Pará desagrada ao governo do Estado que se transformou no principal destino dos empreendimentos energéticos do país. O governador Simão Jatene (PSDB) diz compreender o papel assumido pelo Pará na matriz de geração do país, mas critica a maneira “atropelada” com que os empreendimentos são executados na região, sem a devida consulta prévia à população local e baseados em estudos técnicos que, segundo ele, têm sido mal elaborados.
“Sobre ser a favor ou contra hidrelétrica, eu te diria que, da forma como historicamente se tem construído essas usinas no país, ninguém de bom senso pode ser a favor”, disse ao Valor o governador Simão Jatene.
Nas águas do rio Xingu, o Pará abriu espaço no ano passado para a construção da hidrelétrica de Belo Monte, prevista para ser a terceira maior usina do mundo. No rio Teles Pires, onde o Estado faz fronteira com o Mato Grosso, a região foi liberada para a construção de um complexo de cinco hidrelétricas. No rio Tapajós, uma gigantesca área de floresta amazônica totalmente virgem foi reservada para a construção de mais duas barragens: Jatobá e São Luiz. A lista de planos da União para o Pará inclui ainda o rio Jamanxin, afluente do Tapajós, onde se prevê a construção de mais três usinas. Há ainda estudos para projetos de grande porte no Araguaia e no Tocantins, tudo dentro de solo paraense.
Para Simão Jatene, todos esses empreendimentos têm uma característica comum: “Eles já nascem errados. É preciso rever a forma como essas grandes obras estão sendo conduzidas da Amazônia. Hoje se formula um projeto sem nenhuma aderência à questão social ou ambiental da região”, critica o governador. “Contratam uma consultoria para produzir um estudo de impacto ambiental. No fim, essa consultoria apresenta um relatório supostamente fantástico, mas que, não raramente, está absolutamente descolado do projeto original. Então entra em ação uma coisa chamada condicionante para tentar tapar os buracos desse queijo suíço que foi apresentado.”
Belo Monte, cujas obras iniciaram há 14 meses, soma um mês de paralisação por conta de protestos de índios, trabalhadores e população local. A hidrelétrica Teles Pires já foi alvo de sequestro de funcionários da Funai e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), com sucessivas paralisações no canteiro de obras. No rio Tapajós, onde as usinas ainda estão em fase de estudos de viabilidade, funcionários da Eletrobras já foram impedidos de entrar em comunidades ribeirinhas por conta da falta de esclarecimento e de informação à população local.
“O Brasil tem uma matriz energética relativamente limpa, mas para manter isso, necessariamente terá que se entrar na Amazônia. Para entrar na Amazônia, é preciso mudar essa lógica”, comenta Jatene. “Temos que buscar alternativas para que esses projetos tenham mais capilaridade e, sobretudo, maior interação com as sociedades locais, senão vão continuar a ser tratados como entraves.”
O governador diz que tem conversado regularmente com representantes do governo e da Eletrobras para tentar propor a antecipação das ações socioambientais nas regiões diretamente atingidas pelas obras das hidrelétricas. O plano seria criar, antes do início da construção, um fundo com recursos para bancar essas ações. Esse investimento prévio não representaria um custo extra para o empreendedor, mas um tipo de adiantamento financeiro baseado no recolhimento de impostos previstos para ocorrer no município, quando a usina começasse a funcionar.
Para o governador, o BNDES teria condições de ser o grande financiador desses fundo. “Dessa forma, você consegue desonerar o projeto em si, e passa a ter, inclusive, uma ideia mais clara do equilíbrio econômico-financeiro daquela usina”, comenta ele. “Essa situação cria um ambiente onde o projeto já chega ao local gerando efeito no cotidiano das pessoas, e não mazelas. Hoje o que as pessoas veem é que o aluguel estourou e o preço das coisas disparou.”
Fonte: Valor Econômico
Senador Aécio Neves fala do desastre que é para o país o uso político da Petrobrás pelo PT, transformando-a em "PT-BRÁS".
FONTE: Folha S. Paulo
Nunca antes na história deste país a mais importante empresa brasileira serviu tanto aos interesses do governo e de um partido. O petismo praticamente "privatizou" a Petrobras, colocando em segundo plano os interesses da empresa e do Brasil.
A Petrobras não cumpre metas de produção desde 2003 e, com isso, perdeu receita de R$ 50 bilhões. Os prejuízos com a importação de gasolina e diesel neste ano já somam R$ 2,9 bilhões, valor 239% superior ao do mesmo período de 2011 (R$ 648 milhões).
De quebra, os preços artificialmente baixos da gasolina vêm inviabilizando o etanol. As importações de gasolina aumentaram em 370% em relação ao mesmo período de 2011. Mas as incongruências não param aí: o custo da refinaria Abreu e Lima (Pernambuco) --projeto em "parceria" com a venezuelana PDVSA, que ainda não aportou nenhum recurso na obra-- multiplicou-se por dez, de US$ 2,3 bilhões para US$ 20,1 bilhões.
As refinarias Premium I e II (Maranhão e Ceará), previstas para 2013 e 2015, foram adiadas para 2017. Também em decorrência de atrasos crônicos, o Comperj mantém encaixotados equipamentos sofisticados à espera do porto e da estrada que dariam apoio logístico à obra e que não existem.
A Petrobras comprou uma refinaria em Pasadena (EUA) por US$ 1,18 bilhão, em duas etapas, quando a ex-sócia adquiriu o ativo por US$ 42,5 milhões sete anos atrás. Trata-se de uma valorização de 2.700%.
O navio-petroleiro João Cândido voltou ao estaleiro Atlântico Sul por erros de projeto e entrou em operação com dois anos de atraso. Há dúvidas sobre as demais encomendas, visto que o sócio detentor da tecnologia --a coreana Samsung Heavy Industries-- abandonou a parceria e não há substituto.
Desde o processo de capitalização em 2010, o comportamento das ações da Petrobras ficou abaixo do Ibovespa. Agora, a presidente da empresa, Graça Foster, parece estar disposta a enfrentar os malfeitos herdados pelo petismo do próprio petismo, em uma década de desapreço pela gestão profissional. No entanto uma gestão com os diagnósticos corretos não será capaz de inverter esse quadro de deterioração se não houver uma mudança de orientação do governo Dilma, que é o acionista controlador, em relação à Petrobras.
Garantir maior transparência dos atos e motivações que definem as decisões da empresa é uma das questões que se colocam. Outro bom começo seria combater o aparelhamento a que a companhia vem sendo submetida. Uma empresa estratégica e complexa como ela não pode funcionar como moeda de troca pelo apoio de partidos ao governismo.
O maior desafio é, portanto, acabar com a PTbras e trazer de volta para os brasileiros a Petrobras.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
ALERTA: FUJA DO SISTEMA VIGENTE DIABÓLICO DA ALIMENTAÇÃO CANCERÍGENA GERADORA DE TRATAMENTOS CAROS
Sobre frutas e silicone
O que o consumo de frutas e o silicone têm em comum
O título é meio louco, mas vocês irão entender.
Acho que não é preciso nem me apresentar por aí para as pessoas saberem a minha profissão. A partir do momento em que no ônibus, no parque, na sala de espera, abro minha tigelinha cheia de frutas e começo a comer, as pessoas se viram e me olham como se eu não fosse normal. Vocês acham que isso me deixa constrangida? Muito pelo contrário. Vergonha eu sinto mesmo quando vou fazer compras para mostrar nos vídeos educacionais que faço. É quando encho o carrinho de produtos “ilustrativos” ricos em açúcar, gordura ou sódio: refrigerante, embutidos, pizza congelada, salgadinho, biscoito recheado. Mas engraçado, ninguém fica me olhando como se eu fosse um alienígena, e infelizmente, só eu tenho vergonha disso. O que aconteceu, por que os valores alimentares estão invertidos tão perversamente? Por que parece estranho levar uma fruta dentro da bolsa, e ao mesmo tempo não há nada de mais em tomar uma garrafa de refrigerante com uma coxinha ás 8h da manhã? Já vi essa cena, ao vivo e em cores, só não pedi pra tirar foto, pois estava sem câmera. A pessoa não estava nem um pouco envergonhada desse assassinato explícito ao seu estômago, em plena luz do dia.
Acho que não é preciso nem me apresentar por aí para as pessoas saberem a minha profissão. A partir do momento em que no ônibus, no parque, na sala de espera, abro minha tigelinha cheia de frutas e começo a comer, as pessoas se viram e me olham como se eu não fosse normal. Vocês acham que isso me deixa constrangida? Muito pelo contrário. Vergonha eu sinto mesmo quando vou fazer compras para mostrar nos vídeos educacionais que faço. É quando encho o carrinho de produtos “ilustrativos” ricos em açúcar, gordura ou sódio: refrigerante, embutidos, pizza congelada, salgadinho, biscoito recheado. Mas engraçado, ninguém fica me olhando como se eu fosse um alienígena, e infelizmente, só eu tenho vergonha disso. O que aconteceu, por que os valores alimentares estão invertidos tão perversamente? Por que parece estranho levar uma fruta dentro da bolsa, e ao mesmo tempo não há nada de mais em tomar uma garrafa de refrigerante com uma coxinha ás 8h da manhã? Já vi essa cena, ao vivo e em cores, só não pedi pra tirar foto, pois estava sem câmera. A pessoa não estava nem um pouco envergonhada desse assassinato explícito ao seu estômago, em plena luz do dia.
É uma luta fazer adolescentes levarem frutas de lanche. Os amigos olham, comentam. É inaceitável! Por que eu tenho que ter vergonha de comer algo que está me nutrindo, me trazendo saúde e vitalidade? Eu deveria me envergonhar por estar destruindo publicamente minhas artérias comendo um lanche de hambúrguer todos os dias na cantina!...
Comecei a refletir sobre isso: será que é porque a fruta tem cheiro, e portanto, chama a atenção das pessoas? Mas, e aquele salgadinho sabor queijo que tem um terrível cheiro de chulé? Este não provocar nenhum estranhamento?...
Será então que o motivo é que, dependendo da fruta, solta água e precisamos de um guardanapo para não nos lambuzarmos? Não, pois se fosse, comer hot-dog soltando maionese pelos lados causaria constrangimento. Por sinal, dá muito mais trabalho, pois ao invés de água há gordura para ficar limpando... Também já vi pessoas comendo macarrão instantâneo dentro do trem. Sabe aquele tipo que vem num copo? Pois é, o macarrão exalava um cheiro bem característico, mas ninguém as olhava como se fossem extraterrestres.
Comecei a refletir sobre isso: será que é porque a fruta tem cheiro, e portanto, chama a atenção das pessoas? Mas, e aquele salgadinho sabor queijo que tem um terrível cheiro de chulé? Este não provocar nenhum estranhamento?...
Será então que o motivo é que, dependendo da fruta, solta água e precisamos de um guardanapo para não nos lambuzarmos? Não, pois se fosse, comer hot-dog soltando maionese pelos lados causaria constrangimento. Por sinal, dá muito mais trabalho, pois ao invés de água há gordura para ficar limpando... Também já vi pessoas comendo macarrão instantâneo dentro do trem. Sabe aquele tipo que vem num copo? Pois é, o macarrão exalava um cheiro bem característico, mas ninguém as olhava como se fossem extraterrestres.
Depois de muito refletir, cheguei a uma conclusão:
As pessoas não comem frutas publicamente pelo mesmo motivo que tantas mulheres estão colocando silicone.
As pessoas não comem frutas publicamente pelo mesmo motivo que tantas mulheres estão colocando silicone.
É isso mesmo. Somos uma sociedade massificada em prol do consumo: todos têm que ser iguais, comer a mesma coisa, vestir a mesma coisa; em suma, SER a mesma coisa.
Mesmo que você não tenha nascido com nada do estereótipo moldado, tem que dar um jeito e modificar! Mesmo que você adore frutas, tem quem preferir um salgadinho, afinal é o que todo mundo come, e você é claro, não vai cometer o mico/gafe/vergonha de fazer diferente, mesmo que isso comprometa a sua saúde. Sua saúde pode estar comprometida, mas sua imagem jamais. É assim que a sociedade moderna funciona.
E por que acreditamos que é vergonhoso ser diferente? Por que se todos fossem o que são, não haveria tanto lucro. Não haveria gastos com silicone, plásticas, academias, remédios.
E se você ainda não entendeu o que isso tem a ver com alimentação, veja só: Enquanto você acreditar que refrigerante, macarrão instantâneo e sucos em pó são bons alimentos, e que toda pessoa moderna, poderosa, e bem-sucedida deve consumir; em outras palavras:
...que todo cara que “pega” mulheres “gostosas” toma cerveja;
...que toda mãe exímia enche seus filhos de suco em pó, margarina e suplementos alimentares infantis;
...que pra fazer comida com amor você tem que usar um tempero pronto rico em sódio;
...que pra ser um bom pai e contribuir com o desenvolvimento psicomotor do seu filho é preciso comprar um chocolate que vem com um brinquedo de montar dentro;
...que pra ir à balada sem parecer um “nerd” você tem que tomar energético;
...que para não parecer uma lhama você tem que mascar chiclete;
...que pra se divertir com os amigos você precisa comer hambúrguer...
..enfim, enquanto você acreditar em tudo isso, continuará consumindo muito e ainda com clínicas de estética para tirar a gordura localizada, celulite e estria, com inúmeros cosméticos, academia, plásticas, médicos e fármacos pra você e para os seus filhos. A fórmula perfeita de alimentar o sistema: gastar com comida e depois gastar com tratamento.

É sofrimento constante: te bombardeiam com propagandas maravilhosas de alimentos não nutritivos e calóricos, dando a entender que quem não come aquilo é um otário, ao mesmo tempo em que te mandam ser magérrimo, como se fosse um crime ser o contrário. O círculo é muito bem articulado, nunca se fecha. Resultado: você nunca está feliz, e esta é a intenção. Gente feliz não daria lucro.
Tudo é questão de lucro e de delimitação da hierarquia social. Por que até mais ou menos a década de 50 era bonito ser “gordinha”? Porque a comida por muito tempo foi escassa e cara, e só os ricos tinham condições de se alimentar com abundância. Logo, ser gordo era sinônimo de ser rico. Assim como ser bronzeado era sinônimo de trabalhar na roça, por isso era feio. Ter perna da cor de palmito significava que você era da realeza e não precisava trabalhar embaixo de sol. Ser magro se tornou bonito quando a abundância de comida chegou à maior parte da população e ficou difícil se manter esbelto, e é claro, quando as academias surgiram e começaram a dar lucro. Ser bronzeado se tornou bonito quando a plebe deixou a roça e foi para as fábricas em meados da Revolução Industrial, e a partir de então, só quem ficava bronzeado eram os ricos que tinham dinheiro para o lazer aos finais de semana, e não precisavam ficar trancafiados numa fábrica para ter dinheiro.
E quando será que as pessoas passaram a ter vergonha de comer frutas em público?
No momento em que a indústria alimentícia começou a lucrar com seus produtos, quando a comida industrializada surgiu e se pode cobrar mais por ela que por comida de verdade. A partir daí as propagandas inverteram o sentido do que significa alimento e convenceram você. Quanto custa 1 dúzia de banana, que te alimenta a semana toda? Menos que um único pote de macarrão instantâneo do pessoal do trem. E a banana não eleva o risco de você ter doenças cardiovasculares e gerar gastos com saúde no futuro, pelo contrário, seu teor de potássio e magnésio previne e mantém a saúde.
No momento em que a indústria alimentícia começou a lucrar com seus produtos, quando a comida industrializada surgiu e se pode cobrar mais por ela que por comida de verdade. A partir daí as propagandas inverteram o sentido do que significa alimento e convenceram você. Quanto custa 1 dúzia de banana, que te alimenta a semana toda? Menos que um único pote de macarrão instantâneo do pessoal do trem. E a banana não eleva o risco de você ter doenças cardiovasculares e gerar gastos com saúde no futuro, pelo contrário, seu teor de potássio e magnésio previne e mantém a saúde.
É por isso que eu tenho orgulho sim de não ter silicone e mesmo assim usar decote, da mesma forma que me orgulho de tirar minhas frutas, minhas fatias de cenoura e sementes de abóbora da bolsa ao final da tarde no meu trabalho, ou em qualquer outro lugar. Esta é minha forma de manter a saúde, acima de qualquer imagem pré-fabricada que me reduz. Esta é a minha forma de dizer a todos que eu não sou marionete desse sistema perverso, e que o meu bem-estar fica acima de tudo isso.
Pegue a sua carta de alforria também, cuide da sua saúde, ela é seu maior bem, não permita que a tirem.

Postado por Andréia Moura
Andrea Moura é Nutricionista pós-graduada e podes acompanhar suas maravilhosas dicas de alimentação saudável e seus alertas contra a alimentação maléfica em seu Blog : http://andreiamouranutri.blogspot.com.br/
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